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Em primeiro lugar, dizer que respeito muito este assunto e que escrevo isto da forma mais leiga (porque não sou médica), humilde e sincera que conheço. Decidi escrever pela quantidade de comentários que li hoje sobre o suicídio de Anthony Bourdain.

Este é um ditado bem popular, grande parte das vezes utilizado em contexto social. Neste caso escolhi esta premissa como nota introdutória de um tema que é sem dúvida fundamental para a vida: lavar as mãos.
Lavar as mãos, muitas vezes, é considerado um ato simples e sem grande importância. Todavia, a higienização desse órgão é uma das medidas mais eficientes na prevenção da propagação de doenças, podendo inclusive salvar vidas.
Manter as mãos limpas pode travar a propagação de germes dos objectos para as pessoas, de uma pessoa para outra, ou até mesmo para uma comunidade inteira.
Uma grande quantidade de microorganismos entra em contacto com o nosso corpo inicialmente pelas mãos.
O simples ato social de cumprimentar com um aperto de mão, pode ser a via de transmissão de microorganismos, não visíveis e patogénicos.
As bactérias não se veêm e as pessoas não têm noção do perigo.
Esta cadeia pode ser facilmente quebrada se todas as pessoas lavarem as mãos com maior frequência.
É preciso incutir nas crianças esta prática, e fazer com que ela seja adotada para a vida, tal como dizer “bom dia” ou” boa tarde”.
Lave correctamente as suas mãos, salve a sua e outras vidas.

Há cada vez mais ementas saudáveis nos restaurantes. Três perguntas essenciais.

- O que é saudável?

Sopas, saladas e fruta, sem dúvida. Mas é fundamental que a sopa contenha legumes variados, que não se encha a salada de maionese e a fruta de açúcar refinado. Para Maria Ana Carvalho, o primeiro pressuposto é uma alimentação completa. Um indivíduo saudável precisa, em média, de 400 a 500 calorias por refeição. No entanto, deve ter em conta a qualidade dos ingredientes e o tipo de gorduras. Por outro lado, há alimentos que são verdadeiros medicamentos que devíamos usar mais na nossa cozinha, diz a nutricionista, referindo-se ao azeite. Além das gorduras perigosas, também há que tem em conta o excesso de açúcar. Aqui é necessário reforçar a informação ao consumidor: é preciso esclarecer que os adoçantes não devem ser submetidos a altas temperaturas e que o aspartame e os edulcorantes nem sempre são a opção mais saudável. 

- Tudo pelo sabor?

 Este apetite pelos genuínos sabores do mundo, que tem vindo a crescer nos últimos anos, deixa para trás os tradicionais pratos de carne/peixe. Muitas pessoas acabam por optar por alimentos que não são tão saudáveis, escolhendo os que valorizam mais, constata Paulo Alves, da Wok. Já João Marques, da Vitaminas, diz que procuramos educar o consumidor para uma alimentação equilibrada e saudável, sem impormos nada nem sermos fundamentalistas. O vegetarianismo, em particular, levanta outros problemas mais sérios, como recorda Bruno Brito, vegetariano convicto há já 13 anos. Sendo a soja a base da alimentação vegetariana, é também encarada como o combustível do futuro, juntamente com a cana-de-açúcar. E se o cultivo intensivo de soja está a destruir a floresta amazónica, é necessário encontrar outras fontes para obter este alimento.

- E os custos?

Fala-se em agricultura biológica, DOP, ingredientes de qualidade. Produtos nem sempre acessíveis à maior parte das bolsas, principalmente em épocas de contenção económica. Quem gere um restaurante tem de ser criativo para conseguir oferecer ementas originais, com qualidade e a baixo preço. Desde a associação da marca a estilos de vida saudáveis, à organização de workshops inovadores, happy hours, etc. Mas não há milagres: a qualidade paga-se, avisam os gestores dos restaurantes.

 

In: Sapo Lifestyle

https://lifestyle.sapo.pt/saude/peso-e-nutricao/artigos/nutricao-alimentacao-saudavel-moda-ou-necessidade

A maior parte de nós não tem grande perceção sobre a importância da primeira hora da manhã e da nossa reação quando o alarme toca. Grande parte das pessoas aciona o alarme e quando ele toca carrega no botão e pede mais 5 ou 10 minutos para dormir.

Este pequeno hábito matinal, que parece inofensivo e na verdade até transmite algum prazer momentâneo, comunica uma mensagem negativa ao nosso subconsciente. Transmite ao nosso subconsciente que é mais interessante dormir do que viver a experiência do dia ou que dormir é mais interessante que tudo aquilo que temos para fazer.

É fácil acreditar nisto, porque reparem: pensem no vosso último dia especial, em que temos perfeita consciência ou expectativa que vamos fazer ou viver alguma coisa importante, pensem nesse dia. Lembram-se da forma como acordaram? O que fizeram assim que o alarme tocou?

Na verdade, possivelmente a maioria acordou até antes do alarme tocar, ou assim que o alarme tocou o entusiasmo em viver aquele dia foi tanto que nem pensaram em ativar o modo “soneca, só mais 5 minutos”. Ou seja, o modo como acordamos tem tudo a ver com a perspetiva que temos do dia que vamos ter. Da vida que levamos. Adiar a hora de acordar é como dizer a nós mesmos, todos os dias, que queremos adiar o nosso dia (a nossa vida).

O corpo faz uma preparação para acordar e sempre que ativamos a “soneca” o nosso corpo pensa: “Ah, afinal é falso alarme” e volta a instalar-se o sono. Quando o alarme toca uma segunda vez o corpo e o cérebro não fizeram a preparação e dessa surpresa resulta um sentimento chamado: inércia do sono – que é um estado de sonolência que acontece quando acordamos de forma repentina.

Este estado tem tendência a prolongar-se e provavelmente vamos sentir sonolência, pouca eficiência nas mais diversas tarefas e problemas de concentração ao longo de todo o dia. Despertar de imediato o corpo trás fortes benefícios e para isso, e porque todos sabemos que levantar da cama é a primeira batalha do dia, alguns especialistas deixam algumas dicas, como: deixar o despertador longe da cama, deixar que ele toque durante uns 2 a 3 minutos (no primeiro minuto o nosso cérebro não pensa de forma racional), mas mais do que isso dormir 7 a 8 horas por dia, com este tempo o nosso sono consegue passar pelos seus diferentes estados e o nosso corpo está preparado para acordar. Quem acorda cedo deve deitar-se cedo.

Um estudo da University of North Texas constatou que os estudantes que acordam cedo conseguem notas mais altas e o biólogo Christoph Randler descobriu que quem acorda mais cedo está mais preparado para antecipar problemas e é mais proativo.

Só percebi agora o ensinamento que os meus avós me repetiam vezes sem conta: deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer. Certo? É, pois, uma grande verdade, pelo menos é o que diz a ciência. O sono e a forma de acordar são fundamentais para o nosso bem-estar.

Benefício de acordar cedo? Ter tempo!

Quem acorda cedo e a horas tem mais tempo e ter mais tempo é fundamental para uma rotina matinal saudável. A primeira hora da manhã é perfeita para praticar o silêncio, nem que sejam só 5 a 10 minutos – meditar é altamente benéfico para aliviar o stress, para melhorar os nossos relacionamentos e para aprender a viver o hoje. 

A probabilidade de tomar um bom pequeno-almoço é maior – é só a refeição mais importante do nosso dia e merece ser tomada de forma calma e de preferência sentada.

Quem acorda mais cedo tem tempo para planear o dia de forma mais cuidadosa – fazer um ponto situação entre os objetivos que já conseguimos e metas em falta é fundamental para alcançar resultados.

Quem acorda cedo ganha tempo para praticar exercício físico – praticar jogging pela manhã melhora muito o nosso humor e dá-nos mais energia para enfrentar o dia. Acordar cedo vai ajudar ainda a ter vontade de dormir mais cedo, a verdade é que ao ganhar tempo no nosso dia estamos a aumentar as experiências desse mesmo dia, ou seja, a probabilidade de pelas 22h00’ o corpo indicar que quer dormir, é maior. Dormir 7 a 8 horas por dia é fundamental.

Todos estes pequenos hábitos diminuem a nossa ansiedade, porque a verdade é que temos tempo. E ter tempo é ouro. Começamos amanhã?